Atualmente, seis municípios da Área Norte do estado do Amapá enfrentam a praga vassoura-de-bruxa da mandioca. No último dia 20, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instituiu o Programa Nacional de Prevenção e Controle da Vassoura-de-Bruxa da Mandioca (PVBM), para definir critérios para prevenir e controlar a praga, assim como para amplificar a cadeia produtiva da mandioca.
No mês de janeiro, o Mapa declarou estado de emergência fitossanitária relacionado ao risco de disseminação para outras regiões produtivas. Por isso, através do PVBM, fica proibido o trânsito de plantas e partes de plantas de espécies hospedeiras da praga oriundas de municípios com ocorrência através do fungo Ceratobasidium theobromae (Rhizoctonia theobromae) – que causa a doença, que fica na lista oficial de pragas quarentenárias presentes para o Brasil.
Conforme o documento, as ações e procedimentos para a prevenção e o controle da praga previstas no documento precisam ser realizadas junto aos órgãos estaduais ou distrital de Defesa Sanitária Vegetal para cumprimento do PVBM.
- “Vassoura de Bruxa” ameaça lavouras de mandioca de seis municípios no Amapá
Ainda segundo a norma, fica proibido o trânsito de plantas e partes de plantas de espécies hospedeiras da praga oriundas de municípios com ocorrência da doença.
A norma foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última quinta-feira (20), na forma da Portaria nº 1.257.
O Mapa ressaltou, em nota, que a “vassoura-de-bruxa” da mandioca não tem relação com a vassoura de bruxa do cacaueiro. Além do que, o fungo não representa nenhum risco à saúde humana, apesar de ser altamente destrutivo para as lavouras de mandioca.
Os sintomas da doença são: ramos secos e deformados, nanismo e proliferação de brotos fracos e finos nos caules. A contar da evolução da doença, pode ocorrer clorose, murcha e seca das folhas, morte apical e morte descendente das plantas.
Com informações de Portal de Americana

